
Alunos do 9º ano participaram de encontro com profissionais da rede de proteção, que abordou os diferentes tipos de violência e os caminhos de acolhimento às mulheres
Falar sobre violência contra a mulher também é investir na prevenção. Afinal, muitas situações começam de forma silenciosa e podem ser naturalizadas no cotidiano antes mesmo de serem reconhecidas como violência. Com esse olhar, estudantes do 9º ano do CIEP Municipalizado Ludevis Teixeira Bastos, em Barra de São João, participaram, nesta semana, de uma ação especial em alusão ao Agosto Lilás, mês dedicado ao enfrentamento da violência contra as mulheres.
A iniciativa reuniu as secretarias municipais de Segurança Pública e de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio da Patrulha Maria da Penha e do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM). Durante o encontro, os alunos receberam informações sobre os diferentes tipos de violência, a importância da prevenção e os serviços que integram a rede de proteção às mulheres no município.

Além de abordar o significado da campanha Agosto Lilás e a trajetória da Lei Maria da Penha, a conversa buscou aproximar os jovens de um tema que precisa ser discutido desde cedo. Informação, diálogo e conscientização são ferramentas importantes para identificar comportamentos abusivos e contribuir para relações baseadas no respeito.
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Informação também é uma forma de proteção
Participaram da ação Anna Carolina Sobrinho, coordenadora do CEAM; Thamyne Oliveira, assistente social do Centro Especializado de Atendimento à Mulher; Ariana Barbosa, coordenadora da Patrulha Maria da Penha de Casimiro de Abreu; e Carla Tavares, delegada titular da 121ª DP de Casimiro de Abreu.

Também estiveram presentes o secretário de Segurança Pública, Paulo Carvalho, a comandante da Guarda Civil Municipal, Aline Reis, e a subsecretária de Educação, Norma Franco.
Ao levar o debate para dentro da escola, a ação reforça a importância de envolver as novas gerações na construção de uma sociedade mais consciente. Afinal, conhecer os direitos, compreender os sinais da violência e saber onde buscar ajuda pode fazer diferença na vida de muitas mulheres e famílias.

Mais do que marcar o calendário do Agosto Lilás, iniciativas como essa mantêm em evidência uma discussão que precisa continuar durante todo o ano: o enfrentamento à violência contra a mulher começa também pela educação, pelo diálogo e pelo respeito.
Fonte: Mara Contildes/ Secom









